Ler a tela de Produtividade
Capacidade, eficiência, autonomia e ocupação: o que cada número mede de verdade.
A faixa do topo
- planejadas
O que estava previsto para acontecer. - além / abaixo do planejado
A diferença entre o realizado e o planejado. É o que em outras telas se chama saldo. - foco médio
Horas realizadas divididas pelos dias em que houve algum lançamento. - pico do dia
A hora do dia em que a equipe mais lança horas.
As três abas
- Visão geral
Quem está com o cronômetro ligado agora e os quatro gráficos: o ritmo das últimas semanas, a evolução da eficiência e da ocupação, onde foi o tempo (por projeto) e a que horas o escritório trabalha. - Pessoas
Os indicadores do período, a tabela por pessoa e as leituras automáticas. - Etapas
Estimado, executado e coordenação de cada etapa, com o desvio.
Os indicadores
- Capacidade
Quanto a equipe fixa tinha disponível, a partir da jornada cadastrada. Freelancer não entra nessa conta. Veja Jornada de trabalho e turnos. - Eficiência
Horas estimadas divididas pelas executadas, só nas tarefas concluídas no período. Acima de 100% quer dizer que o trabalho saiu em menos tempo do que o orçado. - Autonomia
Quanto do trabalho de uma pessoa aconteceu sem precisar de coordenação. - Ocupação
Horas alocadas dividas pela capacidade. Diz se a agenda está cheia, não se o trabalho rendeu. - Índice de coordenação
Quanto de apoio cada hora de execução consumiu.
Quem está trabalhando agora
Esses números servem para conversar sobre processo, não para punir pessoa. Uma eficiência baixa quase sempre acusa estimativa errada, não preguiça.